
Educação a distância/ Online; Plataforma Moodle, Ensino Híbrido, Estratégia Remota e Metodologias Ativas; Estilos de Aprendizagem, de Coaprendizagem e de Uso do Espaço Virtual; Coaprendizagem, Formação de Professores, Pedagogos, Psicopedagogos, Especialistas em Educação Especial e Inclusiva e Pedagogia Hospitalar
Páginas
- Página inicial
- SUBMISSÃO DE ARTIGOS
- EAD-PE. Multimeios Didáticos
- Jogos no Ensino da Matemática/UNESP
- ABNT
- Publicação em Periódicos- Dicas!
- Congressos/Eventos Diversos
- Publicações Gerais/ Autorias e co-autorias
- Coleção Educação Especial Inclusiva
- Obras de Lacan
- Tutoriais de Como fazer "Mala direta"
- Tutoriais "como fazer sumários na Word"
- Vídeo Aulas- Normas da ABNT
- Um pouco de mim
- Software de Libras -Acessibilidade Brasil
- Filmes para Educação Especial/ Relação com Sinopse
- ´Técnicas de leitura dinâmica
- Obra Completa de Paulo Freire
- Filmes Pedagógicos e Outros Diversos/online
- Biblioteca Básica com 204 Obras/dicas de leitura para Educação Infantil ao Ensino Médio
- 100 Livros Clássicos
- PODCAST English
- PODCAST de Literaturas
- Projeto Político Pedagógico
- Etapas de um Projeto Didático
- Etapas do Projeto de Intervenção
- 101 links para aprender qualquer idioma gratuitamente
- 67 Livros e Manuais sobre cultura digital, mídias e educação
- 305 Literaturas Diversas/PDF-Ensino Fundamental e Médio
- 285 Liivros de Comunicação e Cultura Digital e mais 30 Livros de Comunicação
- Livros Educação e Cultura Midiática
- USP-3 mil livros para download
- 371 Livros grátis sobre Web2.0 e Mídias sociais/PDF etc-Ensino Superior
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Seminário-Saberes Docentes e Formação Profissional
Apresentação na disciplina Didática do Ensino Superior- Mestrado em Educação-UFPE.
Docentes:José Batista e Márcia Melo.
terça-feira, 8 de maio de 2012
AS CANÇOES DO PROFESSOR EM SUA PRATICA PEDAGÓGICA
Dinâmica para Formação de Educadores.
PS- Esse blog tem a licença da Creative Commons, usem a vontade mas não esqueçam de seguir a política de uso referenciando a adaptação na autoria.
O texto foi totalmente adaptado com outras perguntas e cantores da MPB considerando minha prática pedagógica; tendo em vista que algumas indicações de músicas em um texto lido se referia a "Melô do Professor" por um autor desconhecido.
1. Quando decidir ser professor, o que aconteceu em minha vida?
Os sonhos mais lindos, sonhei.
De quimeras mil, um castelo ergui...(Elis Regina)
2. Quando me deparei com uma sala super lotada e
encontrei alunos com dificuldade, o que
eu falei?
Levanta sacode a poeira e dá a volta por cima...(Ataulfo Alves)
3. Quando o aluno agressivo me agrediu, verbalmente, em que pensei?
Ainda vai levar um tempo pra
curar o que feriu por dentro, natural que seja assim, tanto pra você quanto pra
mim...(Lulu Santos)
4.
Quando os alunos optaram em não retornar a sala de aula, o que pensei?
É
devagar, é devagar, é devagar, é devagar devagarinho...(Martinho da vila)
5. Quando decidiram retornar a sala e iniciei a aula, que sensação eu
sentir?
Quando eu estou aqui eu vivo esse
momento lindo. Olhando pra vocês e a mesma emoção sentindo...(Roberto Carlos)
6.
Quando os alunos estão desanimados e nada produzem embriagados pelos problemas
diários, o que falo?
Canta,
canta minha gente deixa a tristeza pra lá. Canta forte, canta alto que a vida
vai melhorar...(Martinho da Vila)
7.
Como reajo às emoções fortes e diárias?
Tudo
que se vê não é, igual ao que a gente viu a um segundo. Tudo muda o tempo todo
no mundo. Não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo agora. Há tanta vida lá
fora aqui dentro sempre como uma onda no mar...(Lulu Santos)
8.
O que é ser professor?
Viver
e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um
eterno aprendiz. Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será. Mas isso não
impede que eu repita: é bonita, é bonita e é bonita...(Gonzaguinha)
9.
Quando tenho dúvidas e quero descobrir se estou no caminho certo, o que faço?
Olho
por céu e vejo uma nuvem branca que vai passando, olho pra terra e vejo uma
multidão que vai caminhando. Como essa nuvem branca essa gente não sabe aonde
vai. Quem poderá dizer o caminho certo é você meu pai...(Roberto Carlos)
10.
Após diversos problemas enfrentados chega o dia do pagamento, o que penso? Então vem.
Eu conto os dias conto as horas pra ter ver, eu não consigo te esquecer. Cada
minuto é muito tempo sem você...(Cláudia Leite)
Especialização em Formação
de Professores/UFRPE.
PS- Esse blog tem a licença da Creative Commons, usem a vontade mas não esqueçam de seguir a política de uso referenciando a adaptação na autoria.
O texto foi totalmente adaptado com outras perguntas e cantores da MPB considerando minha prática pedagógica; tendo em vista que algumas indicações de músicas em um texto lido se referia a "Melô do Professor" por um autor desconhecido.
quarta-feira, 28 de março de 2012
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: E MAIS UMA POLÊMICA DE AMADORES!!
Na edição de outubro de 2011 a revista Caros Amigos publicou a matéria "Ensino a distância rebaixa a qualidade da educação no país" da jornalista Lúcia Rodrigues.

Revista Caros amigos : "Ensino a Distância rebaixa qualidade da educação no país".
CAROS AMIGOS - A resposta 14/11/2011
Aprendizagem a Distância: dos Mitos às Evidências Científicas. Por Fredric M. Litto
.jpg)
Países e épocas deixaram suas marcas: a Itália, na Renascença; o Reino Unido na Revolução Industrial. Nos Estados Unidos, quando automóveis começaram a ser desenvolvidos, o escárnio chegou com os carroceiros (“Arranja um cavalo!!”) e quando ganharam impulso as pesquisas com células-tronco, um presidente ignorante decidiu proibir legalmente seu avanço. Por que no Brasil haveria de ser diferente? Foi o último país a abolir a escravidão. Não bastasse nossa burocracia cartorial, escrivães resistiram em aceitar máquinas de escrever (“Só o próprio punho serve!!”, gritaram). Oswaldo Cruz sofreu um linchamento moral pela mídia ao se empenhar em campanhas contra a febre amarela. Também aqui grandes blocos de educadores em todos os níveis lutaram contra a introdução de computadores na aprendizagem. Cientificamente, a resistência a mudanças implica numa configuração de neurônios em cada indivíduo, determinando se será um “progressivo” (receptivo a mudanças, reconhecendo a possibilidade de redução de esforços físicos, a ampliação de oportunidades para adquirir novos e diversos conhecimentos), ou um “mantenedor do status quo” (aquele que insiste em submeter sua vida a um “steady-state” (estado-contínuo), ou seja, quanto mais estático melhor. Faltando-lhes a capacidade de empatia, estes últimos também são partidários do retrocesso na vida dos outros (como o eunuco que, não podendo sentir certos prazeres, não quer que outros o sintam).
Mundialmente, aqueles que estudam a tecnologia educacional procuram a inovação apropriada (praticidade, eficiência, custo-benefício) de avanços tecnológicos, a fim de não engessar, regimentar, automatizar, ou desumanizar a aprendizagem. O propósito é aprofundar a compreensão, estender o alcance do aluno a fontes de informação e de conhecimento além das fronteiras naturais, políticas, econômicas e ideológicas. Quando especialistas nesse ramo de investigação se encontram em conclaves acadêmicos, relatam que parece existir um fenômeno curioso entre educadores em geral: 20% são progressivos, querem experimentar novidades tecnológicas que possam aperfeiçoar sua meta de levar alunos a novos patamares de compreensão; 20% são conservadores, pois não apenas resistem a qualquer oferta de experimentação, como também encetam campanhas difamatórias, promovem diatribes sem fundamentação ética, científica ou a necessária evidência fatual—o que também se exige de jornalistas sérios, que se obrigam a apurar resultados de pesquisas, a investigar os exemplos majoritariamente de sucesso, a despeito dos recalcitrantes e a ouvir todos os lados envolvidos. O restante, 60%, são educadores considerados “normais”, relativamente flexíveis e abertos - dependendo da direção dos ventos---sindicatos progressivos ou regressivos; burocratas educacionais paranoicos, obcecados com “comando e controle”, autores de ondas de regulamentação para justificar seu poder e seus empregos; e governistas com visão real do futuro ou “políticos carreiristas” interessados apenas em ser reeleitos. Herdeiros de uma tradição educacional precária, sem originalidade e elitista, desconhecedores de línguas estrangeiras, cujo domínio lhes permitiria(?) acompanhar estreitamente as inovações científicas, tecnológicas e culturais desenvolvidas em países que se destacaram em inovações, muitos brasileiros imaginam que suas próprias crenças e seus valores são compartilhados universalmente. Uma vez que o ensino superior a distância entrou no país há menos de duas décadas, eles acham que ainda é algo temerariamente novo, há pouco tempo em fase experimental.

.jpg)
.jpg)
Os críticos da aprendizagem a distância costumam ser falaciosamente genéricos em suas acusações, sem oferecer exemplos de “falta de qualidade” (e para serem convincentes, teriam que citar exemplos não encontrados também no ensino presencial no país). Inconformado com essas generalizações superficiais, em 2010 fiz um levantamento das reclamações de alunos brasileiros de aprendizagem a distância dirigidas ao Ministério da Educação - SEED-MEC, à Associação Brasileira de Estudantes de Educação a Distância - ABE-EAD e à Associação Brasileira de Educação a Distância - ABED. Os resultados, classificados por tipo de irregularidade acadêmica ou de consumidor, foram apresentados e analisados no meu capítulo “As Infrações que Prejudicam a Imagem de EAD”, no livro Educação a Distância - O Estado da Arte, Vol.2 (Fredric M. Litto e Marcos Formiga, orgs; São Paulo: Pearson, 2011; pp. 367-73). Recomendo a leitura desse elenco de “crimes”, de práticas censuráveis (e amplamente compartilhadas pelas instituições presenciais, públicas e privadas), a todos que querem criticar a aprendizagem a distância e dela não têm conhecimento.
.jpg)
Os ingleses têm uma oportuna resposta para aqueles que criticam, injustamente ou não, qualquer coisa: “The proof of the pudding is in eating!” [O teste do pudim está em comê-lo ], ou seja, para testar algo plenamente é preciso experimentá-lo você mesmo! É difícil encontrar críticas à aprendizagem a distância feitas com evidências e análises produzidas por pessoas que levaram a bom termo um ou mais cursos a distância. Por outro lado, temos comprovação contundente da eficácia dessa modalidade através dos resultados do ENADE - Exame Nacional de Desempenho Educacional, teste anual organizado pelo Ministério da Educação com os formandos de centenas de universidade brasileiras: em 2007, as maiores notas em 7 das 13 áreas de conhecimento foram obtidas por aqueles que estudaram a distância. Em 2008 (o último ano em que o INEP - MEC revelou as diferenças entre os alunos das duas modalidades), os alunos da EAD tiveram médias de notas de 38,87, enquanto os alunos do presencial tiveram 36,78 (uma diferença de 2,09). As áreas de conhecimento nas quais os alunos a distância superaram os do presencial foram Engenharia (Grupo VII), Filosofia, Física, Tecnologia em Gestão da Produção Industrial e Ciências Sociais. Aprendi, em muitos anos de pesquisa, duas “regras não escritas” sobre como avaliar evidência: “não dá para brigar contra os fatos”; e “quando você não consegue arguir contra os fatos, ataque o questionador”. A primeira frase me deixa tranquilo sobre a eficácia e o sucesso futuro da aprendizagem a distância. A segunda me deixa à espreita, aguardando os ataques ad hominem que conservadores, sem fatos para comprovar suas afirmações, insistem em lançar na direção do futuro e sua consequente tecnologia, que será tão meritória quanto mais democrática for a aprendizagem a ela subordinada.

Outras ações serão divulgadas nos próximos Informes Digitais e Redes Sociais
quinta-feira, 22 de março de 2012
ABCiber/2011-Oficina de vídeo caiu nas redes
O V Simpósio ABCiber/2011 aconteceu em Florianópolis(SC) no Centro de Cultura e Eventos e no Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, onde foram apresentadas palestras, mesas temáticas, plenárias especiais, comunicações de artigos científicos, oficinas e exposições de arte. Tudo estava aparentemente normal quando nos intervalos do evento eu não conseguia ficar olhando pro nada, então decidir: uma oficina apenas não dar, vou fazer duas. Bom, fui a secretaria e a oficina que ainda tinha 1 vaga era:Vídeos em Saúde Mental na Web 2.0 - cuja ementa no folder estava :"esta oficina pretende discutir as possibilidades geradas pela utilização de ferramentas midiáticas, sobretudo com a criação dos espaços de compartilhamento de vídeos na Internet (Youtube, Vlogs, Myspace etc.), e seus possíveis usos no âmbito da saúde mental. Isso será feito através de um processo prático de experimentação e reflexão". Olhei, pensei, repensei e decidi... Bom, tem web 2.0 no meio, deve ser boa(risos)!!
Na apresentação dos participantes conheci: o cineasta Eduardo que me encantou quando disse que organizou os arranjos cinematográficos do filme RIO(filme infantil onde as aves vivem uma aventura e aprendem sobre o valor da amizade, do amor e da coragem- AMO!!),a psicologa Mariana, a "palestina" Sheyla, o Paraibano Pedro estudante de cinema e a mestranda em comunicação Juliana que era da organização do evento, enfim ficou claro: eu era a única professora pesquisadora(aluna do mestrado), tudo que se discutia logo vinha a pergunta:"E na educação em PE como vocês veem isso" ? E a UFPE como discute isso? etc. Enfim, já que o foco era saúde mental decidir socializar sobre educação especial, afinal também fui professora por 4 anos da área. O que eu não imaginava é que iria ser filmada e foi exatamente isso que aconteceu. A única da oficina que representava os professores, não sei o que pensaram sobre educação tecnológica na UFPE, mas o claquete e as perguntas eram consecutivas. Por fim, eu já não sabia quem eu era, já não bastava o resfriado e frio fiquei tensa e parecia que tinha tomado diazepan com a luz, câmera e ação....será que fui contaminada com os laudos psiquiátricos? Afinal de contas bem diz CURY: 'De médico e louco todo mundo tem um pouco".
A FioCruz lançou o vídeo nas redes e aí está minha produção de vídeo(entre um claquete e outro) e no final a entrevista(kskss)
Edição da FioCruz. http://vimeo.com/37968792
quarta-feira, 21 de março de 2012
Síndrome de Down: todos os dias são deles.
![]() |
Juninho Um amor que nunca esquecerei |
Sou uma pessoa de sorte, pois sempre em minha vida profissional tive oportunidades diversas em lecionar para diversos públicos de classes menos favorecidas. Sempre estive entre as Instituições privadas e públicas, o que me oportunizava fazer relações didáticos pedagógicos, discursos das formações continuadas e avaliação dos rótulos e oportunidades de condições entre classes privilegiadas e menos privilegiadas.
No processo eu sempre conseguia relacionar as diferenças existentes entre os lamentáveis e infelizes comentários do tipo: "Se chegar em minhas mãos crianças doentes, eu entrego as estagiárias contratadas". "Concursada tem direito a uma sala de crianças normais. Quem quer perder tempo ensinando a quem não aprende", entre tantas asneiras que feria a condição humana de qualquer pessoa. Acredito!
Bom, eu sempre fui à estagiária privilegiada. Sim, privilegiada! Era assim que eu me sentia e me sinto a cada turma que eu tenho que assumir porque alguém abandonou, ou pediu transferência para não encarar o "problema sem solução da escola"[ palavras de ditas profissionais concursadas].
Particularmente eu não conseguia aceitar essa forma de tratamento vindo de uma profissional e em especial quando era Pedagoga. Pois após tantos anos de formação teórica e práticas de estágios, formações continuadas e cursos investidos, eu não conseguia relacionar em que mundo profissionais deste nível estava fazendo na prática educacional.
Uma prática completamente contraditória a tudo que aprendemos quando ao tocante da afetividade e do respeito ao ser humano; a começar porque a nossa atuação eram em salas separadas, chamadas de "Sala dos Portadores de Necessidades Especiais", cujo atendimento(avaliação) era realizada por Itinerantes. Que até tentava ajudar, mas em sua maioria, não tinha condições desejáveis para a atuação necessária. Imagine uma avaliação para incluir uma pessoa numa sala de ditos "normais"? Era esse o trabalho. Sempre acreditei que a inclusão escolar vai além de tudo isso. As patologias tem agravantes e atenuantes. Ao meu ver o atendimento deveria ser especializado com profissionais capacitados em suas especificidades. Pois enquanto professores realizamos imensos relatórios após laudos médicos de especialistas, já que dependem do olhar pedagógico. Caberia a essa questão um olhar mais apurado tanto de cunho pedagógico quanto científico as patologias, e mais sensível a vida (des)humana que essas crianças estão expostas na sociedade.
Algumas perguntas me veem a mente, do tipo: Quando vão respeitá-los se os separam do convívio com os demais? E se incluir como penso que deve, quais serão as medidas pedagógicas e acordos legais a se cumprir? Fico também a pensar na formação dos docentes os quais tenho observado. Bom, a vida é uma carrossel, não sabemos quantos giros irá dar para chegar a uma decisão definitiva de como ficará o futuro dos" incluídos"/excluídos. Excluídos porque se na prática tudo é diferenciado, como entender uma inclusão escolar com essa prática: O lanche, o recreio, o contato com os demais = Tudo em horários e ações diferenciados. Analise!
Mas, vamos entender por que a data 21/03 foi pensada para entendemos a Síndrome de Down.
![]() |
Trabalho Voluntário! Onde eu vou deixo um pouco de mim. Se não sentiram é porque não compreenderam a dimensão do amor que coloco em tudo que faço. |
Significa que temos a multiplicação de 23 pares de cromossomos.
Como explicar a Síndrome?
É um acidente genético provocado por uma alteração dos pares de cromossomos da célula humana, especificamente a do “par” 21, por possuir uma célula a mais que forma 3 cromossomos.
Explicando: Temos 23 pares de cromossomos. O cromossomo de número 21, visto como “par” pela linguagem (23 pares) é alterada para 3 cromossomos que chega ao total de 47.
É essa alteração, por fugir da regra normal que constitui ou forma a Síndrome.
Em resumo - Um dito “normal” tem 46 cromossomos e um portador da Síndrome de Down tem 47.
É essa alteração, por fugir da regra normal que constitui ou forma a Síndrome.
Em resumo - Um dito “normal” tem 46 cromossomos e um portador da Síndrome de Down tem 47.
O que tem a ver a data 21/03 com a Síndrome de Down?
A data revela a explicação da Síndrome. Porque 21 é célula alterada e 3 é a quantidade da alteração dos cromossomos.
A verdadeira inclusão escolar propõe que todos os dias sejam deles.
A data revela a explicação da Síndrome. Porque 21 é célula alterada e 3 é a quantidade da alteração dos cromossomos.
Quais os pressupostos teóricos da Síndrome de Down?
De acordo com Beiguelman (1990,
p.185) muito antes que a relação genética com a síndrome de Down fosse
descoberta, John Langdon Down, um médico inglês, descreveu essa condição como
um conjunto distinto de características. Em 1866, diferenciou a síndrome de
Down de outras condições, observando algumas das características comuns a ela
associadas, como cabelos lisos e finos, nariz pequeno e face alargada. Down é
também responsável pela sua denominação de “mongolismo”. Ainda segundo
Beiguelman (1990, p.217) historicamente, sabe-se que, vinte anos antes da descoberta
da Síndrome de Down, ela havia sido descrita pelo pesquisador e cientista
Séguin, em 1846, sob o nome de “idiotia furfurácea”.
Ao longo dos anos, muitos
outros termos foram usados, entre eles o popular “idiotia mongolóide”. Essas e
outras denominações depreciativas não são mais empregadas hoje em dia, muito
embora o meio escolar e comunidade ainda precisem ser lembradas de que a
síndrome de Down não se refere a alguém que é infeliz ou inferior. Na verdade pouquíssimas
pessoas conhecem ou percebem que o termo “Síndrome de Down” foi definido em
homenagem ao médico que fez à sua primeira descrição, após longas pesquisas.
A verdadeira inclusão escolar propõe que todos os dias sejam deles.
Salve, 21/03/2012.
Ciber@braço! Josivania Freitas.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Comédia MTV - Forró do Twitter - Tem que "twitta"
Hoje é sexta feira...vamos Twittar....
Bom final de semana!!!
Bom final de semana!!!
quinta-feira, 1 de março de 2012
Aula de Matemática
|
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Ayanna libera a índia
Inicio do desfile- cut cut da mamãe..tão tímida |
Desde ontem Ayanna(minha bebê) falava do desfile carnavalesco de sua escola, estava empolgada porque tinha que ir a festa vestida de índia. Essa escolha se deu após minha bebê ver uma foto minha vestida de índia e numa tribo. "Mamãe que quero dessa roupa pra festa"! Ainda falei que era melhor outra roupa porque nas lojas não tinha mais, foi só emoção até
encontrar a fantasia, mas enfim conseguir!
encontrar a fantasia, mas enfim conseguir!
Liberou a atriz com Jú |
Bom, chegamos a escola e a mesa e o palco estavam prontos. Os jurados a postos e as crianças era só festa, gritos, corre-corre,brincadeiras,etc.
Iniciou o desfile com diversas categorias, o infantil I representava originalidade e simpatia. Ayanna passou um tempo na passarela do frevo tímida, quase chorando e correu pro meus braços dizendo:"mamãe eu estou pelada? Cadê minha
blusinha"? Até esse momento ela não se deu conta como se vestia um índio, expliquei e ela disse: "eu sou índia é mamãe?"Respondi que sim e ela liberou a atriz oculta, subiu na passarela e desfilou toda sorridente, frevou e sambou. E a mãe boba só fazia rir e aplaudir.
Ayanna frevando!!! |
Iniciou o desfile com diversas categorias, o infantil I representava originalidade e simpatia. Ayanna passou um tempo na passarela do frevo tímida, quase chorando e correu pro meus braços dizendo:"mamãe eu estou pelada? Cadê minha
blusinha"? Até esse momento ela não se deu conta como se vestia um índio, expliquei e ela disse: "eu sou índia é mamãe?"Respondi que sim e ela liberou a atriz oculta, subiu na passarela e desfilou toda sorridente, frevou e sambou. E a mãe boba só fazia rir e aplaudir.
Recebendo medalha |
O resultado final do desfile foi lindo! Minha bebê ganhou em 1º lugar na categoria: Originalidade e recebeu o título de garota simpatia recebendo como prêmio uma medalha. Ayanna causou surpresa a todos, pois embora seja o xodó das tias é uma menina tímida na escola e dificilmente quer participar de atividades culturais, essa foi o início de uma superação.
O legal de tudo isso é que minha linda bebê representou bem as origens, tenho certeza que se a bizavó tivesse por aqui, estaria mais que orgulhosa...a vó ficou toda chorosa...e a mamy aqui se encheu de orgulho da produção mais rica que já fez durante toda a vida.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
South Park - Facebook
Não poderia deixar de publicar em meu blog o desenho do South Park. O desenho não só é divertido como provoca uma excelente reflexão, podendo levar a um gostosa discussão. Eu particularmente, amei!
No nosso grupo Filtros Educação & Aprendizagem XXI no facebook, o amigo Helez Merlin deu a dica. Obrigada.
Vamos refletir?
Assinar:
Postagens (Atom)